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1 de Outubro, Dia Europeu do Design

Posted in Diversos by Victor Almeida on 2009/10/01

codigo_designers

Aproveito para vos enviar o que recebi da APD (Associação Portuguesa de Designers). Leiam, critiquem e enviem os vossos comentários aqui para o blog.

Nota: a aula de amanhã está adiada para a próxima 6ª feira. Na próxima 3ª ( dia 6) darei a aula que estava prevista para a passada terça-feira.

9 Respostas

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  1. Maria Pena said, on 2009/10/05 at 11:47

    “Os materiais publicitários só podem conter informações factuais verdadeiras.”
    Isso gostava eu!
    As empresas devem ter rolos de papel higiénico com esta frase escrita.

  2. Diogo Azevedo said, on 2009/10/05 at 17:40

    “O designer aceita a obrigação profissional de promover os padrões sociais e estéticos da comunidade”

    Apesar de um dos objectivos do designer ser publicitar os tais “padrões” da sociedade envolvente, é simultaneamente importante este desafiar esses tais padrões com o objectivo, não só de se expressar enquanto designer, mas também de chamar à atenção os cidadãos, criar discussão, etc.

    Fora isto creio que aqui se encontra um bom manual para um estudante ou profissional de Design.

  3. José Santos said, on 2009/10/05 at 19:21

    Apreciei a elaboração do referido código de conduta dos designers portugueses.
    Já fazia falta algo que regulamentasse a actividade destes profissionais, em Portugal, e que estabelecesse, ainda que de forma simples e concisa, a dimensão da sua responsabilidade ética, social, laboral e ambiental.
    O Design, os Designers e a sociedade envolvente só têm a ganhar com este tipo de iniciativas e com o seu cumprimento.

  4. Inês Godinho said, on 2009/10/05 at 21:03

    É tudo muito bonito, mas tenho a impressão de que os designers que seguem este código, principalmente no que diz respeito às preocupações ecológicas e à publicidade, se contam com os dedos de uma mão. Da ultima vez que olhei este era um meio altamente competitivo, e nessas condições é muito fácil esquecer a ética.

    • Victor Almeida said, on 2009/10/05 at 21:57

      Mais uma razão para nos esforçarmos por cumprir um código de conduta, este ou outro que seja aceite por todos. A competição pode atingir os designers, é compreensível, mas começa nas empresas, nos seus gabinetes de marketing. Por vezes confundem-se os papéis. O designer projecta artefactos (no nosso caso, visuais) e deve estar consciente daquilo que está oculto no seu trabalho e visível no trabalho dos marketeers.

  5. Ana Domingos said, on 2009/10/05 at 21:42

    Penso que todos os pontos são bastantes pertinentes, e devem ser para todos os designers um genéro de “biblia” a seguir. Para nós estudantes, e futuros designers, constitui as bases éticas que devemos ter.
    Todos esses pontos ajudaram-me a perceber melhor não só os direitos de um designer, mas principalmente os deveres e a honestidade perante o público e a sociedade.
    Apesar de tudo, penso que o cumprimento de todos estes mandamentos, por todos os designers, em todas as sociedades de consumo que existem hoje em dia, infelizmente ainda é um pouco utópica.

    Só nos resta tentar mudar essa estatistica.

  6. Beatriz said, on 2009/10/05 at 23:07

    Julgo que esta foi uma optima iniciativa da APD, que pelo que percebi está a tentar mudar o mundo competitivo, a selva, que se criou devido a procura de um trabalho (ou do melhor trabalho).
    Agora resta-nos a nós, designer de amanhã, cumprir estes mandamentos e tê-los sempre juntos de nós para que não sejamos só bons designers, mas grandes profissionais tambem!

  7. Margarida Ferreira said, on 2009/10/06 at 0:21

    Enquanto que é bastante importante relembrar às pessoas que trabalham neste meio que devem salvaguardar certos padrões de ética profissional (agora mais do que nunca, ainda mais num meio tão competitivo como este, como já foi aqui referido), por outro lado parece-me que a par com o respeito pelo próprio trabalho e pela sociedade em geral, o papel do designer passa também por não se conformar! Por procurar desafiar nas pequenas coisas, por apresentar pontos de vista alteranativos, por, se necessário, fazer uma crítica.
    Os dois conceitos (respeito e desafio) podem e devem coexistir de forma inteligente mas é importante não esquecer nenhum deles.

    “No exercício da sua profissão o designer deverá manter-se sempre imparcial”

    Faço só notar também que são cada vez mais frequentes conceitos como “design activista” e essa posição implica uma parcialidade deliberada sobre determinado assunto. Obviamente percebo (e concordo) com o restante sentido da frase que apela à ética profissional, ao profissionalismo e à competencia – cada vez mais deveriamos ter um design consciente! Mas os princípios deste tipo particular de design (que acabam por se estender a outras áreas) são uma chamada de atenção, um olhar crítico.. um design com funções sociais (?).

    De resto, é um código que deve estar implícito no que fazemos e que nos lembra “do que está em jogo”: dos nossos deveres com o público, clientes, parceiros de trabalho ou com o próprio produto.


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